21 agosto 2012

Conheça o FLEXFIX da Opel


   Divulgação
Mais um modelo da Opel vai facilitar a vida de quem busca um trânsito melhor nas cidades européias. Nesta terça-feira (21), a divisão alemã da General Motors divulgou as primeiras fotos do subcompacto Adam com o sistema de porta bicicletas chamado FlexFix. O mecanismo é o mesmo já disponível nos modelos Corsa, Meriva, Astra, Antara, Astra Sports Tourer e Zafira Tourer. Funciona assim: uma gaveta escondida no para-choques traseiro do veículo fica "escondida" e, assim que o motorista desejar, basta puxá-la, sem necessidade de ferramenta alguma.
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O equipamento suporta bicicletas de até 30 kg. Para quem tiver bikes mais pesadas, a Opel oferece um adaptador que aumenta em 20kg capacidade do FlexFix. Mesmo carregado com o máximo de peso, o mecanismo pode ser inclinado para dar acesso ao porta malas. Com esse tipo de equipamento, a montadora deixa para trás concorrentes como Audi A1 e Fiat 500, que não oferecem nada parecido para os amantes das magrelas.

A fábrica alemã da GM ainda não divulgou os preços do suporte para o Adam. Na Alemanha, o FlexFix para outros modelos têm valor um tanto salgado. Em veículos como o Corsa, Meriva e Astra, o item custa 590 Euros, o equivalente a R$ 1.482 (na cotação desta terça-feira, 21). No Antara o valor aumenta e vai a 650 euros (R$ 1.632). É uma compra para se pensar. No Brasil, um suporte de bicicletas acoplável à traseira do carro pode ser encontrado por algo entre R$ 160 e R$ 400. 

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Brasileiro nas Paraolimpíadas de Londres


Campanha na internet tenta bicicleta para esperança de medalha brasileira

João Schwindt espera conseguir arrecadar o valor desejado para poder comprar sua bicicleta. Foto: BBC Brasil
João Schwindt espera conseguir arrecadar o valor desejado para poder comprar sua bicicleta
Foto: BBC Brasil
A pouco mais de uma semana do início da Paralimpíada de Londres, uma das esperanças de medalha do Brasil está fazendo uma campanha na internet para conseguir comprar a bicicleta com tecnologia de ponta com que espera competir. "Tem me comovido ver tantas pessoas com boa vontade me ajudando", conta o paraciclista, João Schwindt à BBC Brasil.

O movimento foi organizado por dois amigos de Brasília, que acompanharam a luta do atleta para conseguir chegar a Londres. João Schwindt é o atual campeão da Copa Mundial de Paraciclismo 2012, que foi realizada em julho no Canadá, mas não tem patrocínio e chegou à Paraolimpíada com uma bicicleta de segunda mão para correr a prova de contrarrelógio, que é a sua especialidade. Ele ganhou medalha de bronze no Parapanamericano de Guadalajara nesta prova.
"Na prova do contrarrelógio, no mundial da Dinamarca no ano passado, perdi a prata por um segundo. Esta diferença, com uma bicicleta melhor, eu conseguiria tirar", disse.
Paralimpíada 2012
Ele vai competir ao todo em quatro provas na Paralimpíada de Londres 2012, na categoria C5, que reúne atletas com o menor grau de deficiências, incluindo amputação única ou disfunções neurológicas mínimas, que é o caso do brasileiro. João foi atropelado em Brasília, por uma motorista que dirigia na contramão da rua. Desde então, tem um problema nos nervos do braço.
Duas competições vão acontecer nas ruas de Londres, a prova de estrada e a de contrarrelógio. Outras duas serão no velódromo - a prova do quilômetro e a de perseguição individual. Nesta última ele ganhou o ouro no Parapanamericano do ano passado em Guadalajara.
Na ocasião, João surpreendeu ao conseguir superar os adversários usando uma bicicleta de 1997, mas ele sabe que na Paralimpíada o nível é outro. "É difícil, porque não tenho nenhum velódromo onde eu moro em Brasília, e os meus competidores treinam o ano inteiro em velódromos", conta o atleta, que está hospedado em Manchester, onde tem aproveitado a boa estrutura de ciclismo da cidade para treinar antes das competições.
Falta de apoio e campanha
Ele conta que compete sem patrocínio e os únicos incentivos que recebe são R$ 1.800 relativos à bolsa-atleta do Ministério do Esporte e o auxílio da Confederação Brasileira Paralímpica, que tem custeado o atleta em competições internacionais para que ele ganhe experiência.
No entanto, no ciclismo a tecnologia tem um papel importante nos resultados e, por isso, é um esporte que envolve custos altos. A campanha lançada no Facebook espera arrecadar R$ 21 mil para comprar uma bicicleta com câmbio eletrônico, similar à que os concorrentes do brasileiro irão usar. O equipamento seria utilizado nas provas de rua, onde João tem mais chance de conseguir uma medalha.
Até esta terça-feira, havia sido arrecadado R$ 3.271. O atleta começa a competir no dia 31 de Agosto e precisaria arrecadar o dinheiro até esta semana para conseguir a tão sonhada bicicleta a tempo.
A campanha está aberta no site www.facebook.com/events/332441640179402/
Fonte: BBC Brasil